Começou nesta terça-feira, 1º de setembro, a janela para as empresas do Simples Nacional decidirem como vão recolher o IBS e a CBS a partir de 2027. A escolha fica aberta até 30 de setembro e tem duas opções: continuar recolhendo os novos tributos dentro da guia única do Simples (DAS) ou migrar para o regime híbrido, recolhendo IBS e CBS separadamente, fora do DAS. Para a maioria dos buffets e casas de eventos do país — que operam justamente sob o Simples Nacional —, essa não é uma formalidade de contador: é uma decisão financeira real, com prazo real, e que exige números que muita empresa do setor simplesmente não tem organizados.
O que abre agora e até quando dá pra decidir
O calendário é apertado e tem mais de uma data para acompanhar. A opção em si fica aberta de 1º a 30 de setembro de 2026. Quem decidir migrar para o regime híbrido ainda pode desistir e voltar atrás até 30 de novembro — depois disso, a escolha feita em setembro vira definitiva para 2027. O regime eleito passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2027, e a próxima chance de mudar de novo só chega em março daquele ano. Ou seja: o que o buffet decidir nas próximas semanas fica valendo por, no mínimo, o primeiro trimestre inteiro do ano que vem.
Esse é o mesmo pacote de mudanças que já apareceu por aqui em outras frentes — a obrigatoriedade de IBS e CBS na nota fiscal eletrônica e a janela de opção do Split Payment para o regime regular. A diferença é o público: esta decisão de setembro é especificamente para quem está no Simples Nacional, que é o regime da grande maioria dos buffets e casas de festa de pequeno e médio porte no Brasil.
A escolha certa depende do tipo de cliente que paga a sua festa
Especialistas em reforma tributária são unânimes num ponto: não existe resposta padrão para “qual regime é melhor”. A resposta depende do perfil de faturamento de cada empresa — principalmente de quem são os clientes que pagam a conta. Empresas que vendem majoritariamente para outras empresas (B2B), que podem aproveitar crédito tributário na cadeia, tendem a se beneficiar mais do regime híbrido. Empresas que vendem predominantemente para o consumidor final — que não aproveita crédito nenhum — costumam sair mais bem no DAS unificado, mais simples de operar.
Aqui está o ponto que faz essa decisão ser diferente para um buffet: praticamente nenhum outro tipo de pequena empresa tem um mix tão misturado de B2B e B2C quanto uma casa de eventos. O mesmo buffet que fecha uma confraternização de fim de ano para uma empresa (B2B, com potencial de crédito tributário) também fecha um casamento ou uma festa de 15 anos pago pela família (B2C, sem crédito nenhum) — muitas vezes na mesma semana, com a mesma equipe e os mesmos fornecedores. Decidir com base no “tipo de negócio” não funciona aqui; a decisão certa depende de qual fatia do faturamento vem de cada perfil de cliente, evento por evento.
Sem resultado por evento, a escolha vira chute
Pra decidir com segurança, o buffet precisa saber, com precisão, que fatia da receita do ano veio de eventos corporativos e que fatia veio de eventos particulares — e qual a margem real de cada um, não uma média chutada de cabeça. É exatamente esse tipo de número que uma planilha genérica de controle de caixa não entrega: ela mostra o total que entrou e saiu, não o resultado segmentado por tipo de evento e por cliente.
É aí que entra o DRE por evento do Buffet Mais: cada festa já nasce com receita e custo lançados separadamente no sistema, o que permite cruzar, em poucos cliques, quanto do faturamento do buffet realmente vem de contrato corporativo (nota para empresa, potencial de crédito tributário) e quanto vem de contratante pessoa física. Em vez de levar essa dúvida pro contador sem dado nenhum na mão — ou pior, decidir batendo o olho no extrato bancário —, o buffet chega na conversa de setembro já sabendo o número que sustenta a escolha.
O Buffet Mais reúne financeiro completo, DRE por evento e conciliação bancária automática no mesmo sistema que já cuida do orçamento, contrato e execução da festa — sem depender de planilha solta pra descobrir, na hora que a Receita cobra uma resposta, de onde vem o dinheiro do seu buffet. Agende uma demonstração do Buffet Mais e veja como ter esse número pronto antes do prazo de 30 de setembro.


