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    Nesta quarta-feira (5/8), o Copom anuncia se corta a Selic — hoje em 14,25% ao ano, a mínima do ciclo depois de três reduções seguidas em março, abril e junho. Quase 80% do mercado aposta em mais um corte de 0,25 ponto, para 14%. Mas mesmo que o corte se confirme, a taxa básica segue em patamar de dois dígitos alto, e a projeção do Boletim Focus para o fim do ano é de 13,75% — ou seja, crédito caro deve continuar sendo a regra em 2026, não a exceção. Pra quem administra um buffet, isso muda a conta de cada evento antes mesmo dele acontecer.

    Por que juro alto pesa mais no buffet do que parece

    Com a Selic nesse patamar, capital de giro fica mais caro, financiar a compra antecipada de insumos pesa mais no caixa e qualquer margem apertada em um evento vira prejuízo com mais facilidade. Não é só o buffet que sente: o cliente final também aperta o orçamento da festa quando o crédito está caro, o que aumenta a pressão por preço sem abrir mão de qualidade. Nesse cenário, o buffet que só descobre se um evento deu lucro depois que a festa acabou está jogando com informação atrasada — e com juro nesse nível, o espaço para esse tipo de erro fica cada vez menor.

    O problema de descobrir o prejuízo só depois da festa

    Na maioria dos buffets, o custo real de um evento só aparece de verdade no fechamento: depois de comprado o insumo, pago o prestador extra e feita a produção, alguém senta pra somar tudo numa planilha e descobre, tarde demais, que o orçamento fechado meses antes não cobriu o custo real. O problema não é falta de cuidado — é que a proposta foi montada com uma estimativa, e a estimativa só vira número exato depois que o evento já aconteceu. Com juro alto encarecendo qualquer capital usado pra cobrir a diferença, esse tipo de surpresa dói mais no caixa do que dói num cenário de crédito barato.

    Prever o custo antes de fechar contrato, não depois da festa

    É esse o motivo pelo qual o Buffet Mais tem a previsão de custos do evento como parte do sistema, não como uma conta feita à parte. Antes mesmo do evento acontecer, o sistema estima quanto ele vai custar, com base nos itens do orçamento fechado — o buffet já sabe a lucratividade esperada antes de assinar o contrato, e não só depois de realizar a festa. Isso dá espaço pra ajustar preço ou escopo a tempo, quando ainda é possível negociar com o cliente, em vez de descobrir a margem apertada quando já não há mais o que fazer. Clientes do Buffet Mais relatam ter tido prejuízo em eventos sem nem saber, antes de contar com essa previsão — exatamente o tipo de erro que fica mais caro de carregar com o crédito no patamar atual.

    Previsão antes, resultado real depois: as duas pontas do mesmo controle

    A previsão de custos não substitui o fechamento financeiro do evento — ela completa o outro lado. Depois que a festa acontece, o Buffet Mais também gera o DRE por evento, mostrando o resultado real de receita menos custo. Juntas, as duas pontas fecham o ciclo: uma estima a lucratividade antes de fechar contrato, a outra confirma o que de fato aconteceu depois — sem depender de planilha solta nem de descobrir o resultado só no fim do mês, quando ajustar já não é mais opção.

    Controlar a margem em vez de só torcer por ela

    Seja qual for a decisão do Copom hoje, o crédito seguirá caro por boa parte de 2026 — e isso reforça um ponto que já valeria antes mesmo desses números saírem: buffet que sabe a margem de cada evento antes de assinar o contrato administra o negócio; buffet que só descobre depois administra o prejuízo. O Buffet Mais junta a previsão de custo pré-evento ao DRE pós-evento no mesmo sistema, do orçamento à finalização. Agende uma demonstração do Buffet Mais e veja como prever a lucratividade de cada evento antes de fechar contrato.